30 de novembro de 2017

Josimar e Detinha receberão o troféu Lençóis de Areia na Região do Munim


Brilho e glamour tomam conta da cidade de Morros amanhã coma a realização da 16ª noite das personalidades.

A Cidade de Morros, localizada na Região do Munim, brilhará mais uma vez com a realização da 16ª edição da Noite das Personalidades, que acontecerá amanhã, 1º de Dezembro na pousada Santa Maria das Flores, no município. A festa tradicional é realizada pelo renomado Promoter e Vereador Fred Kennedy e reúne glamour, sofisticação e alegria no mesmo local. O Troféu Lençóis de Areia é ofertado aos políticos, empresários e personalidades que de alguma forma, em sua área de atuação, contribuíram para o lado social do estado do Maranhão. Em um cenário paradisíaco que promete badalar as colunas sociais dos meios de comunicação do Maranhão. 

Josimar e Detinha emplacando seus nomes na Região do Munim.

Entre os homenageados estão grandes nomes da nossa política, como o deputado estadual e presidente do Partido Republicano no Maranhão, Josimar de Maranhãozinho, parlamentar atuante e forte que consagrou sua liderança ao ser eleito com quase 100 mil votos em 2016 na eleição para deputado pelo Maranhão. Apaixonado pelo seu estado e pela sua gente, Josimar traz a gratidão e a palavra firme como principais características de um líder. Seu exemplo de bom gestor deixa marcas por onde quer que ele vá. Na lista das personalidades que mais se destacam está também a de sua esposa, a ex-prefeita de Centro do Guilherme .  Detinha Cunha uma mulher  determinada  que anda de mãos dadas com o seu projeto político, e, que também se tornou uma referência ao ser eleita por dois mandatos consecutivos, prefeita de Centro do Guilherme, transformando o município que deixou de ser um dos mais pobres para ser um dos que mais cresceram na federação nos últimos anos. Ela também é presidente do PR Mulher no estado do Maranhão. 
Destaque ainda para o ex-deputado Hélio Soares, que, durante sua atuação na Assembleia Legislativa sempre buscou atender as demandas dos maranhenses através de projetos  e ações.

De: Revista Caras e Nomes

PESQUISA CONFIRMA: Deputado Josimar de Maranhãozinho lidera com folga as intenções de voto para DEPUTADO FEDERAL em Pedro do Rosário


A pesquisa divulgada pelo Instituto EXATA foi realizada entre os dias 23 e 25 de novembro do presente ano e teve como objetivo medir as intenções de voto da população da cidade de aproximadamente 23 mil habitantes. Flávio Dino lidera as intenções de voto para o cargo de governador, já Josimar lidera com folga as intenções de voto com cerca de 36% de preferencia do eleitorado local. 
Josimar tem como seu atual aliado, o gestor Raimundo Antônio (PR) e almeja assim como em 2014, alcançar o recorde de votos para o cargo almejado, dessa vez para Deputado Federal.

Deputado Josimar Maranhãozinho prestigia inauguração do IEMA em Pedreiras


O deputado estadual Josimar Maranhãozinho (PR) esteve na tarde de ontem (29), no município de Pedreiras onde prestigiou a inauguração do IEMA (Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão). O parlamentar estava acompanhado dos também deputados Vinicius Louro (PR) e Othelino Neto (PC do B) e ainda do líder político da Região Raimundo Louro.
O evento contou com alunos que estão participando dos cursos, coordenadores, orientadores e convidados que foram prestigiar a solenidade. Vale ressaltar que o IEMA de Pedreiras já funciona desde 2015, capacitando mais de 600 (seiscentas) pessoas. Toda reforma, segundo o Reitor Jhonatan Almada, ficou em torno de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), destaque para a construção de uma rampa de acessibilidade.

O IEMA foi criado pelo governador Flávio Dino, em 2015, em apenas três anos foram construídas 20 (vinte) Unidades. Em 2017, foram capacitados 11.660 maranhenses em trinta Municípios, incluindo Pedreiras. Os cursos desenvolvidos pelo Instituto são todos reais, ou seja, presenciais. Em Pedreiras as formações realizadas são inglês avançado, panificação e confeitaria e mecânico de motocicletas. Os cursos acontecem na modalidade Formação Inicial e Continuada (FIC).

Em seu discurso Maranhãozinho elogiou o governo do estado pelo incentivo na educação. “Parabenizo o governador do estado Flávio Dino pela iniciativa, tenho certeza que daqui desse IEMA sairão jovens preparados para o mercado de trabalho e que muito vão contribuir para o desenvolvimento do Maranhão.”


29 de novembro de 2017

"Operação Gancho" deflagrada pelo Procon-MA autua várias lojas por sonegação de impostos


Foi deflagrada na manhã desta quarta feira, 29, a primeira fase da ‘Operação Gancho’, pelo Procon-MA, em parceria com a Secretária da Fazenda e a Polícia Militar. A operação tem o objetivo de fiscalizar se estabelecimentos comerciais estão emitindo notas fiscais de acordo com a lei, além de verificar o cumprimento de normas exigidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
“Estamos executando essa ação com 10 equipes simultâneas agindo para impedir em flagrante a sonegação de impostos, que é crime, e também garantir ao consumidor os seus direitos. Com a nota fiscal, o consumidor pode efetuar troca dos produtos e reivindicar seus direitos. Ela é obrigatória e deve ser emitida no momento da compra ou contração de serviços”, afirma o presidente do Procon-MA, Duarte Júnior.

Nesta fase, foram autuadas 10 lojas da Rua de Santana, Centro de São Luís, em flagrante por sonegação de impostos. Foram cobrados alvarás de funcionamento da prefeitura e do corpo de bombeiros, exemplar do código de defesa do consumidor e emissão de nota fiscal. A equipe do Procon também verificou se há restrição para pagamentos em crédito ou débito e se os produtos comercializados possuem o selo do Inmetro.
“No momento da fiscalização, os proprietários têm o direito de comprovar legalidade dos produtos, caso contrário, eles são apreendidos e, após 30 dias, se nenhuma regularização for realizada, os produtos deverão levados a leilão”, aponta Duarte.
Os proprietários que não cumprem a Lei 8846/94, devem ser punidos com multa de até trezentos por cento sobre o valor dos objetos vendidos, além de outras sanções administrativas caso o funcionamento do estabelecimento também esteja irregular.
A Operação Gancho vem investigando, em sigilo, ao longo de 16 meses, diversos estabelecimentos comerciais da capital, a fim de verificar a prática de sonegação de impostos, caracterizada pela declaração falsa ou omissão de informações com a intenção de não pagar tributos e taxas devidos por lei. Essa é a primeira fase da operação e cerca de 180 estabelecimentos devem ainda passar pela fiscalização ao longo dos próximos meses.

Nota fiscal?
“Quando eles me dão eu recebo [a nota fiscal], mas se não dão, eu nem lembro de pedir”, conta a dona de casa, Ana Regina, 47, assim que termina de fazer uma compra em um comércio na Rua de Santana. A emissão de notas fiscais é uma obrigatoriedade que, por vezes, acaba sendo esquecida pelos consumidores
A nota fiscal é um documento que serve como prova de compra de algum produto ou serviço. Ela que comprova, junto ao Procon e demais órgãos, por exemplo, se o consumidor precisar fazer alguma reclamação. Se o caso for sério e necessitar de um advogado, a nota fiscal é um documento essencial no processo.
“Sempre há que alguma sonegação é recurso que deixa de entrar para os cofres públicos. São recursos que poderiam ser aplicados em serviços e atendimentos de atenção básica a população. A sonegação tem o mesmo teor que a corrupção, onde quem mais sofre é a sociedade”, completa o Secretário da Fazenda do Maranhão, Marcellus Ribeiro.
Pedir a nota fiscal é tão importante que alguns governos estaduais incentivam os consumidores em forma de descontos em outros impostos, beneficiando até mesmo as finanças pessoais de quem está comprando. Aqui no Maranhão, o programa Nota Legal oferece benefícios aos consumidores, como devolução em dinheiro, que poderá ser utilizado em recarga de cartão de passagem de transporte urbano, recarga de celular pré-pago e descontos no IPVA.

33 vítimas de feminicídio e mais de 2,5 mil mulheres agredidas no Maranhão


Trinta e três. 33 mulheres foram assassinadas no Maranhão pela condição de serem mulheres, conforme dados do Departamento de Feminicídio do Estado. Apenas no primeiro semestre de 2017, foram registrados 2.537 ocorrências de violência na Delegacia Especial da Mulher (DEM). Os motivos parecem variar, mas são sempre semelhantes: um homem incapaz de aceitar que a mulher não é propriedade particular e não aceitam o término de um relacionamento, segundo aponta um levantamento do Tribunal de Justiça do Maranhão.
A despeito dos números assombrosos, em um estado ainda marcado pelo machismo rústico, alguns ainda negam os crimes de feminicídio. “Feminicídio?”, “Quem garante que ela morreu só por ser mulher?”.
Outros consideram mimimi de progressistas ou feministas. Afinal, se o assassino não cometer o crime gritando, em alto e bom som, “Você merece morrer porque é mulher”, vão relutar em dizer que não existe crime de gênero no Maranhão e que “Em briga de marido e mulher não se mete a colher”.
Não é difícil entender. O feminicídio, e a negação dele, evidentemente, nada mais é de que uma cultura enraizada em nossa terra que, em vez de ser arrancada, germinou: “Tenha sua mulher na palma da mão, nem que seja preciso usar a força”“Mulher é assim mesmo, merece ser tratada na rédea”. Ou seja, o extremo do patriarcado que se agigantou. Ou mais fatal, sempre esteve ali e não teve a devida atenção.
Os assassinatos de Mariana Costa, assassinada no ano passado, e da menina Alanna Ludmila, ocorrido meses atrás, para citar os de mais repercussão, foram casos que nos chocaram, nos fizeram refletir e despertaram os ouvidos para o tema. Quantas outras mulheres serão assassinadas para evoluirmos no pensamento humano, assumirmos a devida culpa, e entender que colaboramos com a desgraça também, quando, por exemplo, incentivamos os filhos a carregar a pecha da cultura machista ou quando somos complacentes com uma agressão próxima e não denunciamos? Quantas outras mulheres que são nossas familiares, vizinhas, amigas de trabalho, estão à beira da morte, sendo agredidas, e fingimos não ver? Quando vamos entender que também somos responsáveis, independente do gênero que carregamos? Continuaremos negando a existência de um fenômeno social reduzindo-o o problema é só do outro?